Capítulo 2
- Eu nem perguntei nada! – ele disse – Eu vim perguntar se os cílios da Eduarda voltaram para o lugar.
Eu ri
Ele riu.
Nós rimos.
- Eu sei do que você está chorando. – ele disse enxugando a última lágrima que escorria e me abraçando – Está tudo bem. Calma, estou aqui com você.
Enquanto ele dizia aquelas palavras mais lágrimas escorriam no meu rosto, mas dessa vez era diferente, era de conforto, de alegria, de amor, não dá para explicar, muito menos entender. Só era bonito, só era fofo, só era amigo.
- Deus te ama! – ele disse me olhando – Para de chorar, ok?
-Sim – sorri.
-Agora me diz: Que papo é esse de vaca se transformar em touro? - ele disse me levantando.
- Caraca! Ouviu a conversa toda, né fofoqueiro? - disse rindo.
-Somente o necessário – ele disse batendo com seu cotovelo no meu braço.
-É por causa de um sonho louco que eu tive.
- Até parece que é o único.
Rimos.
-Pessoas! – gritou Eduarda. – Olha só a Marcela! Essa é a Monstra e esse é o Benjamin.
Nossa, a minha melhor amiga nem percebeu que eu estava chorando, com toda a certeza o meu semblante estava melhor, mas certamente ainda estava vermelho. Mas gostei que ninguém percebeu.
-Então gente, vocês vivem juntos? - perguntou Marcela sorrindo.
Eu ri
Ele riu.
Nós rimos.
- Eu sei do que você está chorando. – ele disse enxugando a última lágrima que escorria e me abraçando – Está tudo bem. Calma, estou aqui com você.
Enquanto ele dizia aquelas palavras mais lágrimas escorriam no meu rosto, mas dessa vez era diferente, era de conforto, de alegria, de amor, não dá para explicar, muito menos entender. Só era bonito, só era fofo, só era amigo.
- Deus te ama! – ele disse me olhando – Para de chorar, ok?
-Sim – sorri.
-Agora me diz: Que papo é esse de vaca se transformar em touro? - ele disse me levantando.
- Caraca! Ouviu a conversa toda, né fofoqueiro? - disse rindo.
-Somente o necessário – ele disse batendo com seu cotovelo no meu braço.
-É por causa de um sonho louco que eu tive.
- Até parece que é o único.
Rimos.
-Pessoas! – gritou Eduarda. – Olha só a Marcela! Essa é a Monstra e esse é o Benjamin.
Nossa, a minha melhor amiga nem percebeu que eu estava chorando, com toda a certeza o meu semblante estava melhor, mas certamente ainda estava vermelho. Mas gostei que ninguém percebeu.
-Então gente, vocês vivem juntos? - perguntou Marcela sorrindo.
- Sim, desde 2000. – disse Benjamin.
- Hum, quero ir no banheiro. – disse Marcela – Mari, vem comigo?
-Eu vou com você – disse Eduarda.
-Obrigada, mas eu quero ir com a Mari. – ela disse encarando Eduarda com um sorriso – Mari, por favor?
Eu não entendi bulhufas. Porque comigo? o que eu fiz????? Ai, caramba essa garota deve ser uma assassina e quer me matar no banheiro.
Eu ri sozinha.
Percebi que eu era única e disse:
-Claro!
Fui para o banheiro com ela e ela verificou todas as cabines. Estavam vazias. "O que ela quer fazer?” ,pensei.
-O que houve?
- O que houve o quê?
-Eu falei algo errado e você chorou?
-Não se preocupa com isso.
-A Eduarda me contou o que você já passou. – ela disse olhando para o espelho comigo – Olha aí para você, você é tão forte que ainda está aqui, viva, inteligente e bonita, se valorize!
- Hum, quero ir no banheiro. – disse Marcela – Mari, vem comigo?
-Eu vou com você – disse Eduarda.
-Obrigada, mas eu quero ir com a Mari. – ela disse encarando Eduarda com um sorriso – Mari, por favor?
Eu não entendi bulhufas. Porque comigo? o que eu fiz????? Ai, caramba essa garota deve ser uma assassina e quer me matar no banheiro.
Eu ri sozinha.
Percebi que eu era única e disse:
-Claro!
Fui para o banheiro com ela e ela verificou todas as cabines. Estavam vazias. "O que ela quer fazer?” ,pensei.
-O que houve?
- O que houve o quê?
-Eu falei algo errado e você chorou?
-Não se preocupa com isso.
-A Eduarda me contou o que você já passou. – ela disse olhando para o espelho comigo – Olha aí para você, você é tão forte que ainda está aqui, viva, inteligente e bonita, se valorize!
Fiquei chocada, como assim ela do nada sabe dos tópicos mais importantes da minha vida? Eu mereço a Eduarda, hein?
-Não liga, não, eu não vou contar para ninguém – disse Marcela – Conta sempre comigo, por favor?
-Achei que não pedia o "por favor". – eu disse olhando-a.
-Eu tenho personalidade, que não é sinônimo de falta de educação – ela disse saindo de cena.
Eu ri no banheiro sozinha.
-Não liga, não, eu não vou contar para ninguém – disse Marcela – Conta sempre comigo, por favor?
-Achei que não pedia o "por favor". – eu disse olhando-a.
-Eu tenho personalidade, que não é sinônimo de falta de educação – ela disse saindo de cena.
Eu ri no banheiro sozinha.

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